FALL 2018

Bruno Fernandes 

Sou um estudante do terceiro ano na universidade de Princeton. Este curso ofereceu-me uma oportunidade única de estudar um tema pouco discutido em círculos acadêmicos. A discussão gerada por cursos deste gênero é especialmente valiosa hoje, não só no contexto da crise global  ambiental com o desmatamento e o aquecimento do clima, mas também no contexto sociopolítico. As garantias oferecidas pela constituição de 1988 estão em risco de serem revogadas, e as terras e culturas de cerca de 240 grupos indígenas estão especialmente ameaçadas. Ao longo deste curso, decidi estudar os Suruí Paiter que vivem no estado de Rondônia na Terra Indígena Sete de Setembro. Os dados mais recentes mostram que cerca de 1400 Suruís vivem em 11 aldeias espalhadas pela TI. Entre os anos de 2008 e 2009, os Suruí ficaram mais amplamente conhecidos quando foi concebido o Projeto de Carbono Florestal Suruí (PCSF) em parceria com a Google, Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO), a Forest Trends, e várias outras organizações. Infelizmente, o programa foi desmontado em 2017 por causa do influxo de invasores mineiros e madeireiros.  Nos blogs, eu exploro a cultura e religião Suruí e a história do PCSF.

Francisca Weirich-Freiberg 

Olá.  Eu nasci e cresci em Newark, New Jersey. Estou no meu segundo ano em Princeton, e estou interessada nos estudos de antropologia e de português. Eu decidi fazer esta aula para ter um entendimento melhor sobre a história dos povos indígenas, que vivem na area que chamamos Brasil, com a esperança de ser mais consciente das histórias ocultas do Brasil. Meu blog servirá como uma coleta das informações que aprendi sobre os Kaingang e como exercício de publicação como resistência.   

Gabriella Pereira Feron 

Sou aluna do quarto ano na faculdade de química, também estudando Português. Nasci no Brasil, mas atualmente moro em Maryland com meus pais e minha irmã de 16 anos. Continuamos falando  Português em casa e minha herança brasileira é uma parte importante da minha identidade. Além disso, minha família, do lado materno, mora no estado do Amazonas. Sinto uma forte conexão pessoal com a floresta Amazônica, então, por isso, me interessei por este curso sobre povos indígenas. Foi uma ótima oportunidade para aprender sobre uma perspectiva frequentemente esquecida, e também sobre o clima político no Brasil. Isso até me incentivou a votar na eleição presidential de 2018! O meu blog individual foi sobre o povo Zo’é, de  contato recente. No início, foi um desafio encontrar fontes sobre a cultura e a cosmologia zo’é para a minha pesquisa, mas acabei encontrando uma história muito interessante sobre o processo de contanto com o mundo ocidental em notícias jornalísticas.

Lisa Abascal Larson 

Sou uma estudante de segundo ano cursando Políticas Públicas e Relações Internacionais. Quando não estou na universidade, moro em Minnesota com meu pai, minha mãe, e meu irmão, que tem 18 anos. Meu interesse sobre grupos indígenas começou cedo em meus estudos na escola sobre povos indígenas em Minnesota. Durante o verão, estudei em Lisboa, onde aprendi sobre a história colonial de Portugal, mas não falamos muito sobre Brasil, e sobretudo não falamos sobre os indígenas. Então, gostei de ter a oportunidade de estudar sobre o Brasil e a vida dos indígenas, particularmente a tribo Potiguara.

Michael Pereira 

Eu estou no segundo ano da faculdade e, no momento, planejo estudar História com uma especialização em português. Sou originalmente de Newark, New Jersey, especificamente do bairro de Ironbound, onde muitos portugueses vivem. Já estudei português no passado, mas a maior parte foi sobre Portugal e a era colonial. Esse curso abriu meus olhos para os problemas que aconteceram no Brasil no século 20, e que continuam até hoje. Meu grupo de estudo é o povo Kuntanawa, e espero que vocês achem a história deles tão importante quanto eu.

Paulo Frazão 

Bem-vindos ao nosso site sobre as nossas experiências com o “Brasil Indígena.” Eu me chamo Paulo, e sou um estudante de terceiro ano, no Departamento de Informática, na Universidade de Princeton. Eu decidi embarcar nessa viagem intelectual por várias razões. De um lado, eu sou filho de pais portugueses; por isso, tenho muito interesse na história portuguesa e nos efeitos, positivos e negativos, de suas ações. Ao mesmo tempo, no entanto, as populações indígenas são  tão frequentemente esquecidas, que eu achei essa aula uma oportunidade incrível para poder ouvir e entender a sua perspetiva. Espero que vocês desfrutem da minha pesquisa sobre os Guajajara e de meu Diário de Viagem : uma exploração narrativa!

Peter Schmidt 

Peter Schmidt é um estudante do terceiro ano, no departamento de Espanhol e Português. Interessa-lhe muito as questões de injustiça ambiental e dos direitos indígenas. Neste semestre, ele pesquisou o povo Chiquitano, que mora na fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

Christopher Sayan 

Elise Chagas 

Karina Aguilar Guerrero 

Kathryn Grace Phipps 

Leopoldo Solis 

Maria Heredia-Meza