{"id":661,"date":"2019-01-15T19:55:32","date_gmt":"2019-01-15T19:55:32","guid":{"rendered":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/?p=661"},"modified":"2019-01-31T15:28:55","modified_gmt":"2019-01-31T15:28:55","slug":"almir-e-o-projeto-de-carbono-florestal-surui","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/almir-e-o-projeto-de-carbono-florestal-surui\/","title":{"rendered":"Almir e o Projeto de Carbono Florestal Suru\u00ed"},"content":{"rendered":"<p dir=\"ltr\">Em 2007, sob a lideran\u00e7a do seu chefe Almir Suru\u00ed, as 26 aldeias dos Suru\u00ed come\u00e7aram o Projeto de Carbono Suru\u00ed com a inten\u00e7\u00e3o de conseguir controle ampliado sobre seus recursos naturais e combater atividades madeireiras ilegais no seu territ\u00f3rio. Com a ajuda da institui\u00e7\u00e3o ind\u00edgena Kanind\u00e9, e sua Equipa de Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, o projeto foi realizado e tornou a ser o primeiro projeto de carbono ind\u00edgena. Em 2010, a Google patrocinou o projeto e distribuiu centenas de equipamentos para medir os n\u00edveis de carbono pelo territ\u00f3rio e telem\u00f3veis para denunciar atividades ilegais florestais em tempo real. Nesse mesmo ano, Google publicou um v\u00eddeo promovendo o projeto e mostrando o poder das suas tecnologias geoespaciais.<b>\u00a0<\/b><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" width=\"676\" height=\"380\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/riYSJBD8gEM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p><b>\u00a0<\/b>Apesar das boas inten\u00e7\u00f5es do projeto e o apoio dos seus patrocinadores, o projeto virou pol\u00e9mico no ano 2013 quando foi completada a primeira venda de cr\u00e9ditos de carbono no valor de R$ 1,2 milh\u00f5es para Natura, uma empresa brasileira de produtos cosm\u00e9ticos. Estes fundos dividiram a Associa\u00e7\u00e3o Metareil\u00e1 que inclu\u00ed as diversas comunidades Suru\u00ed porque nunca chegaram a ser investidos na comunidade. Este investimento tamb\u00e9m chamou o interesse da pol\u00edcia federal que ganharam for\u00e7a dentro da comunidade apertando n\u00e3o apenas interven\u00e7\u00f5es ilegais na floresta mas tamb\u00e9m atividades de ca\u00e7a nas aldeias. Em 2017, o projeto foi desmontado por causa da invas\u00e3o de garimpeiros sem resposta da FUNAI.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2007, sob a lideran\u00e7a do seu chefe Almir Suru\u00ed, as 26 aldeias dos Suru\u00ed come\u00e7aram o Projeto de Carbono Suru\u00ed com a inten\u00e7\u00e3o de conseguir controle ampliado sobre seus recursos naturais e combater atividades madeireiras ilegais no seu territ\u00f3rio. Com a ajuda da institui\u00e7\u00e3o ind\u00edgena Kanind\u00e9, e sua Equipa de Conserva\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, o<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/almir-e-o-projeto-de-carbono-florestal-surui\/\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":805,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[35],"class_list":["post-661","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized","tag-almir-surui","post-preview"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/661","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/805"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=661"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/661\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":662,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/661\/revisions\/662"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=661"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=661"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=661"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}