{"id":372,"date":"2018-12-27T03:22:27","date_gmt":"2018-12-27T03:22:27","guid":{"rendered":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/?p=372"},"modified":"2019-01-31T21:57:53","modified_gmt":"2019-01-31T21:57:53","slug":"os-potiguara-uma-introducao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/os-potiguara-uma-introducao\/","title":{"rendered":"Os Potiguara: uma introdu\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/N4cHBK2MQp0\/hqdefault.jpg\" \/><\/p>\n<p>O povo ind\u00edgena Potiguara \u00e9 not\u00e1vel por ser, em muitos aspectos, o oposto dos estere\u00f3tipos populares sobre os ind\u00edgenas brasileiros. Os Potiguara, membros da fam\u00edlia lingu\u00edstica Tupi-Guarani, conseguiram fundar uma sociedade altamente complexa com uma cultura \u00fanica, incluindo um sistema pol\u00edtico desenvolvido, fortes capacidades de guerra, e um sistema religioso, que celebra as festas dos santos populares. Muitos outros grupos ind\u00edgenas no Brasil n\u00e3o conseguiram manter um n\u00edvel t\u00e3o alto de atividades, mas os Potiguara foram provavelmente ajudados por seu n\u00famero de habitantes (quase 11,000 pessoas, o que \u00e9 muito mais do que a maioria de grupos ind\u00edgenas brasileiros), o que permitiu-lhes ganhar auto-sufici\u00eancia. Existe um debate sobre o significado do nome \u201cPotiguara\u201d. Alguns dizem que quer dizer \u201ccomedores de camar\u00e3o\u201d, provavelmente porque moram perto do litoral. Outros dizem que significa \u201cmascador de fumo\u201d. No entanto, como todos os outros grupos ind\u00edgenas, o grupo Potiguara tamb\u00e9m est\u00e1 preocupado com o meio ambiente. Os Potiguara s\u00e3o afortunados por viverem no Nordeste do pa\u00eds, uma \u00e1rea de riqueza natural. Moram em aldeias perto da costa e de v\u00e1rios rios, incluindo o Rio Tinto,\u00a0 que lhes ajuda a regar as plantas cultivadas. Outro fato que achei muito interessante \u00e9 que os Potiguara s\u00e3o famosos por serem um destino de turismo \u00e9tnico, para que os brasileiros possam conhecer o modo de vida dos Potiguara como o cruzamento entre culturas tradicionais brasileiras e ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Fontes:<\/p>\n<p>https:\/\/pib.socioambiental.org\/pt\/Povo:Potiguara<\/p>\n<p>http:\/\/www.trilhasdospotiguaras.com.br\/pt-br\/historia\/os-potiguaras-do-seculo-xxi\/<\/p>\n<p>https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/N4cHBK2MQp0\/hqdefault.jpg<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O povo ind\u00edgena Potiguara \u00e9 not\u00e1vel por ser, em muitos aspectos, o oposto dos estere\u00f3tipos populares sobre os ind\u00edgenas brasileiros. Os Potiguara, membros da fam\u00edlia lingu\u00edstica Tupi-Guarani, conseguiram fundar uma sociedade altamente complexa com uma cultura \u00fanica, incluindo um sistema pol\u00edtico desenvolvido, fortes capacidades de guerra, e um sistema religioso, que celebra as festas dos<\/p>\n<p><a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/os-potiguara-uma-introducao\/\">Continue Reading<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":801,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[10],"class_list":["post-372","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized","tag-potiguara","post-preview"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/372","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/users\/801"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=372"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/372\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":828,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/372\/revisions\/828"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=372"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=372"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/commons.princeton.edu\/indigenous-brazil\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=372"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}